Estas questões intrigam muitas pessoas num cenário geopolítico e estratégico mundial muito mais complexo do que se pode imaginar. Não sendo a intenção deste artigo a explicação dos problemas mundiais, traça-se um breve resumo dos acontecimentos, que permitirá ao público não especializado em questões energéticas compreender alguns aspectos básicos deste assunto, que atualmente entusiasma e inquieta as pessoas em todo o mundo.

O Brasil já está acompanhando as mudanças mundiais no que tange sustentabilidade. Com isto, o setor de refrigeração e ar condicionado vem constantemente se atualizando com as novas tendências e tecnologias de mercado.

Depois de registrar um enorme índice de estocagem em 2014, ano que antecedeu as restrições atualmente impostas ao uso de hidrofluorcarbonos (HFCs) em sistemas de refrigeração e ar condicionado, a oferta de gases fluorados com efeito estufa (F-gases) na União Europeia diminuiu 29%, caindo para 183,3 milhões de toneladas equivalentes de CO2 (MtCO2eq) em 2015.

Esses números constam do recém-divulgado relatório da Agência Europeia de Meio Ambiente (EEA, em inglês). O documento, no entanto, mostra que o consumo dessas substâncias subiu quase 12%, em relação a 2013.

Em termos de CO2eq, os HFCs representaram 85% do total de F-gases fornecidos ao mercado europeu. O suprimento total desses gases, incluindo perfluorcarbonos e outros compostos perfluorados, foi de 214,5 MtCO2eq em 2015.

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