Conheça algumas das medidas de segurança aplicadas na prevenção da exposição à refrigerantes naturais.

Já existem diversos fluidos refrigerantes alternativos para substituição do HCFC-22 (R22) em equipamentos em operação. O retrofit é uma solução prática com adequado custo x benefício.

Pela sua definição, o Retrofit é uma técnica que converte os equipamentos que operam com HCFCs para operar com novos fluidos refrigerantes, que não degradam a camada de ozônio.

Para que isso ocorra, algumas metas devem ser alcançadas. A performance dos novos refrigerantes deve ser bastante similar aos dos refrigerantes que eles substituem; o fluido refrigerante deve trabalhar em uma faixa específica de pressão e temperatura na qual a temperatura de descarga não exceda a temperatura limite de descarga do compressor; as pressões máximas do sistema com o novo fluido refrigerante não devem ser maiores do que os limites atuais aceitáveis no sistema, ou seja, as tubulações e compressores devem suportar tais pressões; deve ser mantida a compatibilidade de materiais entre os novos refrigerantes como, por exemplo, elastômeros, vedações, O'rings, materiais de construção do compressor e componentes do sistema, seja ele de cobre, aço, alumínio ou outro material; deve-se também garantir a miscibilidade e compatibilidade do fluido refrigerante com o óleo lubrificante presente no sistema.

Paulo Neulaender

Fonte: Abrava

 

 

Os refrigerantes são classificados de acordo com as características de toxicidade e inflamabilidade (ASHRAE 32-94 e EN378-1 anexo E). A classificação de segurança serve para determinar como o refrigerante deve ser usado, por exemplo, sua aplicabilidade em lugares ocupados ou a sua quantidade máxima permitida para espaços confinados. A classificação de segurança consiste em dois dígitos alfanuméricos (ex. A2 ou B1). O símbolo alfabético indica a TOXICIDADE e o numeral a FLAMABILIDADE. 

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