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Procedimentos e cuidados na montagem e instalação na refrigeração e ar condicionado - parte 2

PARTICULARIDADES SOBRE AS PERDAS DE CARGA NAS TUBULAÇÕES.

Podemos reduzir as perdas de carga:

  1. a) Reduzindo o número de curvas e de sifões ao mínimo indispensável.
  2. b) Evitando variações de diâmetros nos trechos de tubulações que compõe as linhas (de descarga, de líquido e de sucção);
  3. c) Dimensionando o diâmetro dos trechos retilíneos de tubulação considerando o comprimento equivalente o que já considera o número de curvas e/ou sifões nas linhas de forma que sua resistência à passagem do fluxo seja mínima para fins de de cálculo das quedas de pressão totais no circuito;

PARTICULARIDADES SOBRE A CIRCULAÇÃO DE ÓLEO LUBRIFICANTE NA TUBULAÇÃO E NOS COMPONENTES DO CIRCUITO FRIGORÍFICO.

A circulação do lubrificante proveniente do compressor pelo circuito de refrigeração é inevitável, mesmo quando separadores de óleo são utilizados,porém devemos ter em mente que a quantidade de óleo no circuito deve ser a menor possível, seja pelo risco de quantidade insuficiente para lubrificação satisfatória do compressor, seja porque sua presença pode reduzir a eficiência de troca de calor, principalmente nos evaporadores agindo como um isolante térmico interno.

O que leva à circulação do óleo através do circuito é a miscibilidade de óleo no fluido refrigerante utilizado, pois para temperaturas mais altas a miscibilidade é maior, então uma certa quantidade de óleo se dilui no fluido refrigerante quando este passa internamente no compressor e é carregado para as linhas.

Porém quando a circulação chegar aos pontos mais frios do circuito, como por exemplo o evaporador a miscibilidade do óleo x refrigerante diminui drasticamente e uma parte do óleo se separa do refrigerante e devido às baixas temperaturas, principalmente nas instalações para congelados, o óleo tende a ficar estacionado no evaporador.

Portanto o evaporador deverá ter uma construção e inclinação na instalação que permitam a saída do óleo de volta para a linha de sucção.

Lembrando que em baixas temperaturas a viscosidade do óleo aumenta drasticamente tornando o seu arraste pela tubulação mais difícil, prejudicando ainda mais o seu retorno para o compressor.

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