Novos projetos estão empregando elementos termoisolantes mais eficientes e que não agridem o meio ambiente

Com a modernização das instalações e a crescente necessidade de redução de custos com energia elétrica e tempo de execução de obras, é notório o aumento da utilização de elementos construtivos que atendam essas necessidades. Para minimizar as trocas térmicas entre o ambiente externo e interno, os novos projetos estão empregando elementos termoisolantes mais eficientes e que não agridem o meio ambiente. Acrescente-se a isso a agilidade na execução da obra, maior flexibilidade na construção e economia de energia.

Os materiais termoisolantes que compõem as câmaras frigoríficas podem ser aplicados sob a forma de painéis para cobertura e fechamento lateral com diferentes núcleos isolantes, como o EPS (poliestireno expandido), o PUR (poliuretano), o PIR (poli-isocianurato), que são elementos autoportantes diretamente montados sobre estruturas metálicas ou pré-moldadas em concreto ou madeira. Além de todas as vantagens térmicas, soma-se o fato de possibilitar uma obra estanque e durável. A aplicação é viável para os mais diferentes segmentos, como indústrias farmacêuticas, veterinárias, alimentícias e de embalagens. Nas paredes externas, o isolamento pode fazer parte de diversos sistemas construtivos, tais como peças pré-fabricadas de concreto e no interior de paredes sanduíche feitas com telhas metálicas, fibrocimento ou placas cimentícias.

De acordo com Steffen B. Nevermann, diretor geral da Dânica Corporation, um avanço nos últimos anos foi a inovação da tecnologia na troca do isolamento térmico EPS (poliestireno expandido) para o PUR (poliuretano).

“As vantagens do PUR em relação ao EPS, é que o PUR é um termofixo com baixíssima condutividade térmica, elevada resistência mecânica e, principalmente, melhor resultado de reação ao fogo. A migração do mercado EPS para PUR era um diferencial que deixava o mercado brasileiro aquém da tecnologia do mercado europeu neste segmento. Além disso, o PUR não emite gases prejudiciais à camada de ozônio e utiliza uma quantidade menor de recursos naturais durante sua fabricação, estando em conformidade com a NBR 7358 (Classe R1) e com os Protocolos de Montreal e de Kyoto”, diz Nevermann.

O condensador é um trocador de calor destinado a resfriar o gás comprimido até sua temperatura de condensação.

O gelo é inimigo da eficiência do evaporador e sua presença em grandes quantidades pode impedir seu funcionamento.

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