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(Atualizado em 14/06/2011)

 

As exportações de produtos manufaturados no Brasil tem caido de forma bastante significativa, embora as exportações do pais como um todo tem acusado um cresdimento, em razão dos aumentos das exportações de comodities basicas (principalmente agricolas). Isso ocorre porque as empresas, de modo geral, estão aproveitando o dolar desvalorizado em relação ao real para buscar no mercado internacional suas materias primas e ou maquinas para então aumentarem, a curto e medio prazos, sua competitividade no mercado interno. E com isso ganharem mercado local.

O Brasil do futuro, no que diz respeito a produtos manufaturados, terá basicamente suas exportações voltadas a paises da America Latina e talvez Asia. Destinos como Europa e EEUU serão cada vez menores

 

Jorge Calouche

Gerente de Exportação

MIPAL

 


 

(Atualizado em 08/04/2011)

Café de Negócios Mipal

 “Assista à entrevista de nosso consulto de Mercado Externo, Jorge Calouche, da Global Metas Exportação Ltda.

 
Assuntos como influencia do dólar no comercio exterior, perspectivas para o Brasil na exportação bem como a facilidade de negócios com o exterior são alguns dos temas abordados na entrevista. O programa CAFÈ de NEGOCIOS vai ao ar todas as quartas feiras no canal TV Cultura do interior de SP. O Programa, que tem como apresentador o Presidente da Associação Comercial de Jundiai,  Ricardo Diniz, conta sempre com a presença de profissionais e personalidades de diversos segmentos da economia, cultura, lazer, medicina, etc. da região.
Clique no link abaixo e assista a entrevista”
 

 

 

 

(Atualizado em 03/08/2010)

 

Produtos Chineses Estão Ganhando Espaço no CHILE

 

Há cerca de dois anos os produtos chineses do sector de refrigeração e ar condicionado estão cada vez mais presentes nas prateleiras das lojas no Chile. Por ser um dos países que mantém acordos comerciais com quase todos os países do mundo, o produto entra no Chile sem pagar nenhum imposto para importar.
O que mais surpreende esse mercado, no entanto, é o fato de que esses produtos atualmente se apresentam com um nível de qualidade cada vez melhor. No entanto, há ainda produtos com qualidade que deixa a desejar, mas, nesses casos, os preços permanecem muito competitivos. Com isso é possível acreditar que qualidade boa em qualquer lugar do mundo tem seu preço.

 

Jorge Calouche
  

 


 

(Atualizado em 27/11/2009) 

“As empresas exportadoras brasileiras vão fechar o ano de 2009 com cerca de 40% a menos do total exportado que em 2008. Ao contrario do Brasil, os países da AL e da Europa ainda não retomaram sua capacidade econômica e sua compra externa em razão da velocidade de recuperação media de cada país. No entanto, em conversa com vários empresários e executivos exportadores esse quadro vai se reverter já desde o inicio de 2010 por conta de alguns países que já apresentam alguma recuperação. Diversos profissionais da área acreditam que em 2010 será um bom ano para a exportação brasileira. No entanto, dificilmente serão recuperados os mesmos níveis de exportação observados em 2008”

 

Jorge Calouche

 

 


(Atualizado em 28/09/2009)

“Brasil volta a exportar mais comodities do que produtos manufaturados (agora na proporção 60/40) – esse resultado foi apurado no primeiro semestre do ano. Um grande retrocesso para o país. Produtos como soja, trigo, carne, etc., não tem valor agregado e geram pouca riqueza ao país. Mas porque o Brasil perde espaço na pauta dos semi faturados / transformados? Os impostos incidentes no produto exportado (boa parte não é expurgado na exportação) fazem o preço saltar perdendo mercado internacional. Alem dessa questão podemos afirmar que a indústria estrangeira esta mais eficiente; ou a indústria Brasileira esta perdendo eficiência.” 


GLOBAL METAS EXPORTAÇÃO Ltda.
Consultoria especializada em Exportação JORGE CALOUCHE
TEL (55) (11) 4586.1589CEL (55)(11) 7133.6896
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(atualizado em 01/07/2009)  

Argentina Cria Barreiras às Importações do Brasil

 

“Autoridades do governo argentino estão dificultando a entrada das mercadorias do Brasil naquele país. Foram instituídas necessidades de licenças para importação de diversos produtos, entre eles unidades condensadoras e balcões frigoríficos, medidas que prejudicaram expressivamente empresas do setor de HVAC&R que exportam para esse país. Outro exemplo é a demora na liberação dos documentos na fronteira de Uruguaiana: uma exportação que há 5 meses demorava 2 dias no máximo para realizar seu cruzing, hoje necessita de 10 a 15 dias.

Por outro lado, as importações provenientes da China estão aumentando de forma exponencial. (vejam quadro) A FIESP tem requerido ao governo brasileiro uma ação firme junto às autoridades argentinas para que respeitem as normas estabelecidas no MERCOSUL. 40% das exportações brasileiras têm como destino a Argentina.”

  quadro 1

 

quadro 2

Barreiras às importações Venezuelanas

(atualizado em 28/05/2009) 

O governo venezuelano publicou na semana passada (20.05) normas que criam barreiras às importações daquele país. A partir de agora serão exigidas guias para liberação de pedidos de importação de quaisquer produtos. Apenas ficaram fora das medidas os remédios e alimentos. Em resumo, as medidas são bastante parecidas com o antigo modelo de similaridade nacional que havia no Brasil na época do governo Collor de melo. Teoricamente as medidas visam proteger a indústria local, bastante ultrapassada se comparada com a indústria brasileira. FIESP e demais entidades estão pleiteando ao governo brasileiro uma ação contraria as medidas. A Venezuela pleiteia sua entrada no MERCOSUL e tal medida certamente prejudicará tal aprovação.

Fonte: *Global Metas Exportação Ltda.
Consultoria especializada em exportação

A queda das importações brasileiras 

(Atualizado em 14/04/2009)

O resultado das exportações brasileiras no primeiro trimestre de 2009 caiu cerca de 20% se comparado com o ano de 2008. Esses valores chegam aos níveis das exportações realizadas no país em 2006. Muitos setores estão sentindo essa queda provocada pelo enfraquecimento das principais economias mundiais. O setor de HVAC&R teve uma queda de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Isso significa que esse setor esta puxando a media do país para  baixo. Mas não podemos deixar de registrar que diversas empresas do setor continuam procurando abrir novos mercado no exterior e com sucesso. Um dos pontos mais fortes para esse fato é a estabilidade do cambio no patamar de 2,30 reais por um dólar.

Fonte: *Global Metas Exportação Ltda.
Consultoria especializada em exportação

Crise Mundial Favorece o Exportador Brasileiro 

(Atualizado em 19/01/2009)

O Brasil entrará em uma fase bastante favorável no que diz respeito à competitividade das indústrias no exterior. Há anos não se via uma situação tão positiva. O produto brasileiro estará mais competitivo comparados aos europeus e americanos, além, inclusive, dos asiáticos. Após alguns meses de turbulência e fortes oscilações no câmbio, a moeda americana deve se estabilizar ao redor de 2,30. Esse nível permite ao empresariado exportador brasileiro duas alternativas: 1 – manter altas margens, recomposta com o novo patamar do câmbio, ou 2 – baixar preços para aumentar sua competitividade e ganhar espaço no mercado internacional. Portanto, um momento que deve ser aproveitado e explorado.

Fonte: *Global Metas Exportação Ltda.
Consultoria especializada em exportação

Governos lançam SML

(Atualizado em 12/11/2008) 

Os Bancos Centrais da Argentina e Brasil lançaram no início de Outubro o SML - sistema de pagamentos com moeda local nas importações e exportações entre esses países. O sistema permite operar com moeda local (Real ou Peso) através das cotações publicadas todos os dias pelos bancos centrais acima. Esse novo sistema, em teste, vai evitar a votalidade das listas de preços em dólares americanos, ou seja, os importadores sofrerão menos com as altas ou baixas da moeda americana.

Fonte: *Global Metas Exportação Ltda.
Consultoria especializada em exportação

Aduana da Colômbia exige carta consularizada para entrada de produtos

(atualizado em 02/09/2008)

Todo exportador de produtos de refrigeração (componentes ou máquinas) para a Colômbia, tem de apresentar uma carta onde atesta que seus produtos não contém, na sua produção ou operação de produção, substâncias nocivas à camada de ozônio. A referida carta tem de ser assinada por um representante legal da empresa exportadora e registrada no Consulado da Colômbia. A carta, que é uma imposição conforme publicação no diário oficial número 46750 do Governo da Colômbia, é válida por um ano.

 

Fonte: *Global Metas Exportação Ltda.
Consultoria especializada em exportação

 

* Global Metas Exportação Ltda.
Consultoria especializada em exportação

CV Jorge Calouche - Consultor de Exportação e Mercados Latinos

Iniciou sua carreira no gabinete de política tributária da SECRETARIA DA FAZENDA do Estado de São Paulo. Foi coordenador de comércio Exterior da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química e Petroquímica). Assumiu a Gerência Geral da ABRAVA e do SINDRATAR - SP em 1988, cargo que ocupou durante 10 anos. Foi responsável pelas negociações e acordos comerciais internacionais dos blocos econômicos da América Latina. Representante do Setor de Refrigeração e Ar Condicionado no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD, bem como um dos responsáveis pela implantação do Protocolo de Montreal para redução dos gases CFCs para o Brasil. Foi responsável pela área de relações governamentais da NOVARTHIS - PHARMA, umas das principais indústrias farmacêuticas, participando na elaboração da implementação da Lei de Genéricos no país. Foi professor da USJT na área de Economia Internacional e Comércio Exterior para o curso de pós-graduação.